Melasma

COLUNISTA CONVIDADO, SAÚDE

tratamento melasma

Oi pessoal! O tema de hoje é MELASMA, as terríveis manchinhas que afligem tantas pessoas. São manchas acastanhadas persistentes que acometem mais freqüentemente pacientes de pele negra e morena, orientais e do sexo feminino, podendo chegar a relação de 9 mulheres para cada homem. A maior incidência dessa doença em familiares denota uma predisposição genética e seu principal fator desencadeador é a exposição solar. Sabe-se também de sua relação com hormônios tireoidianos, estrogênio e progesterona, levando ao seu aparecimento ou exacerbação durante ou após a gravidez, com o uso de pílulas anticoncepcionais e disfunções tireoidianas como hiper/hipotireoidismo.

Podem surgir em qualquer lugar fotoexposto, sendo o local mais prevalente a face, principalmente região malar, conhecida como ” maças do rosto”, seguida da região mandibular.
As causas dessa doença ainda não foram bem esclarecidas mas sabe-se que há uma disfunção no melanócito, célula que produz o pigmento da nossa pele. O melanócito nesse caso produz pigmento em excesso e o distribui de forma irregular, formando as manchas.

O diagnóstico e tratamento devem ser sempre feitos por profissional médico habilitado pois nem toda mancha é melasma, podendo corresponder até mesmo a câncer de pele!

Peelings químicos, uso de despigmentantes diários, antioxidantes orais e lasers podem ser realizados com ótima resposta, lembrando que o uso de filtro solar com fator de proteção alto, de uso diário, com reaplicação ao longo do dia é indispensável!
E é sempre com lembrar: consulte sempre um especialista associado da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) para uma avaliação e tratamento adequado para sua pele.

 

Renata Sampaio

Dermatologista

CRM-RJ 52.82387-2

Dra. Renata Sampaio é sócia titular da SBD e atende na Clínica Flavia Barbosa – Rua Carlos Gois, 375 – sala 202 – Leblon – Rio de Janeiro/RJ

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